EMEF Francisco no Parque Estadual Vila Velha



Agradecemos imensamente ao Departamento Municipal de Educação da Prefeitura de Nova Campina e toda equipe; aos esforços da equipe da EMEF Francisco José Gomes de Camargo, professora Ariane(Ciências), coordenadora Synara Talberg Schimidt, diretora Edna Marcondes e à COE (Coordenadora de Orientação Educacional), Tainara Ito, pela importante participação. Aos pais e aos nossos alunos. Ao nosso Deus, que nos guiou, guardou e sempre está ao nosso lado! Louvamos a Deus por tudo! Visita realizada no dia 20 de Maio.

Um dia inteiro aprendendo sobre o Parque Estadual Vila Velha e decifrando o nosso planeta através da interpretação das feições rochosas do Parque;alunos realizarão exposição na escola


VEJA TAMBÉM:PROJETO EMEF FRANCISCO NO PETAR



O Parque Estadual Vila Velha é uma Unidade de Conservação do Estado do Paraná. Localizado no município de Ponta Grossa, guarda como atrativos naturais, uma formação rochosa de 300 milhões de anos: os arenitos. Guarda também, as furnas: grandes crateras com vegetação exuberante e água no seu interior (lençol subterrâneo). Outro atrativo é a Lagoa Dourada, que possui este nome porque ao pôr do sol suas águas ficam douradas. A lagoa dourada possui águas cristalinas. De acordo com informações oficiais do site  (www.patrimoniocultural.pr.gov.br),  tem aproximadamente, 300 m de diâmetro e dois ou três metros de profundidade. Seu fundo é constituído de minerais, e se alimenta da água das furnas, através de canais subterrâneos.

Trinta alunos participaram da visita - Alunos na Lagoa Dourada

História.O Parque Estadual de Vila Velha (PEVV) foi criado no ano de 1953. Tem como principal objetivo, conservar um exemplar de campos nativos do Paraná. Sendo um patrimônio geológico,  foi Tombado pelo Departamento Histórico e Artístico do Estado do Paraná em 1966.

O Parque possui uma área de  3.122 hectares, o equivalente a três mil campos de futebol.

As formações areníticas possuem valor cênico e científico. Outra característica do Parque é a fauna exuberante e a flora. Os campos e espécies nativas da fauna se destacam. O lobo-guará, por exemplo, é uma das espécies raras que habitam o parque.

Ponta Grossa.O parque é a principal atração turística e atrativo natural de Ponta Grossa. O município, que possui pouco mais de 300 mil habitantes, está entre os mais ricos do Estado, de acordo com matéria do jornal www.gazetadopovo.com.br , publicada em dezembro de 2015.

Ponta Grossa está inserida na Região Turística dos Campos Gerais.

Imagem aérea mostra o centro de Ponta Grossa

Os alunos no Parque

Os arenitos de Vila Velha, formados a partir da compactação de camadas sucessivas de areia pertencem à unidade geológica denominada Grupo Itararé. A formação destes arenitos remonta há 300 milhões de anos no Período Carbonífero, quando a América do Sul ainda estava ligada à África, à Antártida, à Oceania e à Índia, formando um grande continente chamado de Gondwana.

O arenito de Vila Velha é um típico sítio de relevo ruiniforme, como alguns outros exemplos bem conhecidos no Brasil:  Parque Nacional de 7 cidades no Piauí, o salão de Pedra em Conceição do Mato Dentro em Minas, e também a Chapada dos Guimarães no Mato Grosso, entre outros.
Essas são informações do site do Geógrafo Pedro Hauck

video


Conhecendo a Furna 1

Alunos no parque observam  as famosas formas de arenitos de Vila Velha e as furnas 

Alunos aprendem sobre a dinâmica geológica dos arenitos; monitor Leandro Leal
Em todo o trajeto, desde o início, na chegada ao Parque, os alunos ouviram explanações do monitor ambiental do Parque, o geógrafo Leandro Leal, passaram pelas furnas e depois pelos arenitos. Ouviram no local, explicações sobre as formas, popularmente conhecidas como a Taça de Vila Velha, a Bota, o Índio e o Camelo.

No salão de projeções



Professora Ariane

Coordenadora Syanara

A COE Tainara Ito

Professor Juliano


Nas  Furnas
O termo “furna” significa caverna, cova, lapa, sendo utilizado em outras regiões brasileiras para designar qualquer escorregamento de encosta ou cavidade no terreno. Uma expressão alternativa para se referir às Furnas dos Campos Gerais seria “Poços de Desabamento”, pois são feições deprimidas, aproximadamente cilíndricas com profundas paredes verticais, geradas naturalmente em subsuperfície com abatimento do teto de arenito. (FONTE: www.mineropar.pr.gov.br )


FONTE: ( https://www.youtube.com/watch?v=W2zDVi0EAgQ)


Em resumo, poderíamos dizer que elas surgem por meio da infiltração de águas no subsolo, passando pelos arenitos (porosos) e com o tempo, promovendo aberturas e desabando o teto, ou melhor dizendo: surgindo as cavidades subterrâneas e  com o rebaixamento da superfície surgindo assim a enormes crateras preenchidas de água.

Imagem: Fonte: Site Mineropar.




Furna 1 vista do alto

Alunos na estrutura da furna 1, onde é possível chegar até um elevador que chegou a ser usado para levar os visitantes até o nível da água. ( Do alto até o nível da água 54 m , com uma profundidade de 51 metros) A estrutura está inoperante desde 2001, quando o parque foi fechado para restauração. Mesmo após a reabertura, o elevador está parado por ser considerado inapropriado e poluidor.

Furna 2 
Arenitos 
Nos arenitos, os alunos viram de perto as famosas feições: Taça,Bota, Garrafa etc. A impressionante beleza cênica das rochas surgiram por meio de processos de erosão, as quais esculpiram as rochas ao londo de milhões de anos. A ação das águas pluviais aconteceram no Período Quarternário, ou seja, nos últimos 1,8 milhão de anos.


A Taça é a mais conhecida, hoje símbolo da região, em especial do Parque.
























































































FOTOS DOS RESULTADOS EM SALA DE AULA


Na sala de aulas os alunos reproduziram um cenário onde mostraram a importância do parque dentro de uma sala. Nesta sala foram montados painéis, slides, esculturas e cartazes. Veja:



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